Confiabilidade antifraude: como a Ecomilhas garante que cada trajeto é real

No engajamento de colaboradores para descarbonizar deslocamentos diários e viagens corporativas, confiança é tudo: cada recompensa no cartão e cada tonelada de CO₂e no inventário só têm valor se o trajeto por trás delas for real. Por isso a Ecomilhas não confia em um único sinal — cada viagem passa por uma combinação de critérios independentes, avaliados em tempo real pela Emília, a IA da Ecomilhas, que juntos formam um índice de confiabilidade. É essa engenharia de evidências que nos torna referência em confiabilidade para descarbonização com engajamento.
Conheça a Emília, a IA da Ecomilhas
A Emília é a inteligência que analisa cada deslocamento. Ela é uma rede neural com uma camada de convoluções já madura, refinada por machine learning sobre mais de 20 milhões de trajetos enviados ao app. É essa experiência acumulada — milhões de exemplos reais de bicicleta, ônibus, metrô, trem, carro elétrico, caminhada e carona — que dá à Emília o repertório para reconhecer, em segundos, o que é um trajeto autêntico e o que é uma tentativa de burla.
O índice de confiabilidade: um consenso de evidências, não um único teste
A confiabilidade de um trajeto não sai de um único teste isolado — ela é um placar. Para cada viagem, a Emília combina vários critérios independentes, cada um olhando o deslocamento por um ângulo diferente. Quando todos apontam para a mesma história, o trajeto é aprovado. Quando um sinal destoa dos demais, o placar cai e o trajeto é revisado ou descartado. É como um painel de especialistas dentro de uma só IA: um ângulo pode se enganar, o conjunto não.
As camadas que a Emília cruza em cada trajeto
- Perfil físico do deslocamento — velocidade, aceleração, formato da rota, aderência a vias, ciclovias ou trilhos, paradas e retomadas.
- Origem e destino — um deslocamento real leva a pessoa de um ponto a outro.
- Integridade do sinal de GPS — sinais autênticos têm uma assinatura própria, difícil de forjar.
- Dados de conexão — continuidade do rastro e comportamento de rede ao longo de todo o percurso.
- Identidade — a pessoa certa recebendo pela própria ação.
- Padrão histórico — como aquele trajeto se compara ao comportamento típico do usuário e a viagens semelhantes já validadas.
A partir desse conjunto, a Emília classifica o modal mais provável e mede o quanto o trajeto é coerente. Um percurso de "bicicleta" a 90 km/h numa rodovia, por exemplo, não passa.
Como a Emília captura cada tipo de fraude
Movimento "na esteira": origem e destino não fecham
Alguém correndo numa esteira de academia gera bastante movimento — mas não sai do lugar. Ao cruzar origem e destino, a Emília percebe que não houve deslocamento real entre dois pontos: muita atividade, nenhum trajeto. Sem deslocamento verdadeiro, não há recompensa nem contabilização.
Fake GPS: a duplicidade de sinal denuncia
Apps de localização falsa tentam "teletransportar" o aparelho para simular um percurso limpo. Só que sinais forjados deixam rastro: a Emília detecta duplicidade e inconsistência no sinal de GPS — quando a mesma origem de sinal aparece de formas que o mundo real não produziria. Essa assinatura de duplicidade expõe a simulação, e o trajeto é bloqueado.
Fraude de identidade: verificação por FaceID
De nada adianta um trajeto perfeito se não for a pessoa certa recebendo. A verificação por FaceID amarra o deslocamento à biometria do colaborador, garantindo que quem acumula saldo é de fato quem se deslocou — e fechando a porta para contas emprestadas ou compartilhadas.
Discordou de uma reprovação? Há uma segunda revisão
Nenhum sistema é infalível, e a Ecomilhas trata isso com transparência. Se você acredita que um trajeto foi reprovado injustamente, pode solicitar uma segunda revisão, mais densa e aprofundada, diretamente no app — a Emília reexamina aquele deslocamento com um nível maior de detalhe. O resultado dessa segunda revisão é definitivo: não há recursos contra revisões. Essa reanálise é um benefício exclusivo para assinantes do cartão Green Card Ecomilhas.
O que acontece quando algo não fecha
Trajetos que não passam em qualquer checagem crítica são descartados: não viram saldo no cartão e não entram no inventário auditável. Só o que é consistente em todas as camadas é recompensado e contabilizado — como um porteiro silencioso que separa o real do forçado, sem atrito para quem age de boa-fé.
Por que isso encanta empresas e colaboradores
- Recompensa justa — quem realmente se desloca de forma limpa é reconhecido; quem tenta burlar, não.
- Inventário confiável — o dado de CO₂e evitado nasce limpo, viagem a viagem, pronto para GHG Protocol, CDP e CSRD com trilha auditável por trajeto.
- Engajamento que dura — regras claras e justas sustentam a adesão ao longo do tempo, sem aquela sensação de "o sistema é fácil de enganar".
Privacidade em primeiro lugar (LGPD)
A Emília avalia sinais técnicos do deslocamento e a verificação de identidade, sempre em conformidade com a LGPD: a empresa acessa dados agregados de emissões — nunca a localização individual em tempo real.
É essa combinação de critérios — lida pela Emília, a IA madura da Ecomilhas, treinada em mais de 20 milhões de trajetos — que faz da Ecomilhas a referência em confiabilidade para engajar colaboradores na descarbonização de deslocamentos diários e viagens corporativas. Aqui, cada crédito de baixo carbono é, de fato, de baixo carbono.
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